A teologia missional de Herman Bavinck

bavinck_missionalDurante meus estudos de mestrado em Teologia Sistemática no Calvin Theological Seminary, o meu maior foco foi no teólogo holandês Herman Bavinck (1854-1921). Aprendi muito com o Dr. John Bolt, que foi meu orientador e com quem tive o privilégio de trabalhar como assistente durante um ano. E se você me perguntar sobre algo que eu aprendi ou algo que foi muito importante durante esse período, com certeza, eu posso responder que foi a habilidade de olhar para a teologia sistemática, não como algo meramente teórico ou do passado, mas com um foco missional para os dias de hoje. E Herman Bavinck é o teólogo que tem me ajudado a fazer teologia sem perder a missão de vista. A teologia de Herman Bavinck é uma teologia reformada e missional, e ele tem muito a dizer para a igreja reformada de hoje. Continue lendo “A teologia missional de Herman Bavinck”

O discípulo e a igreja

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A figura do discípulo no Novo Testamento é muito importante. A palavra discípulo significa “aluno” ou “seguidor”. João Batista tinha seus discípulos (Mt 9:14), alguns fariseus tinham seus discípulos (Mt 22:16). Os judeus se consideravam discípulos de Moisés (Jo 9:28). No mundo grego, os filósofos tinham seus alunos. Jesus escolheu doze para o seguir e aprender com ele. Esses doze o chamavam de Mestre, e eles foram chamados de discípulos. Continue lendo “O discípulo e a igreja”

Bandeirantes da fé

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CHAVES, Maria de Melo. Bandeirantes da fé. São Paulo: Cultura Cristã, 2008.

Maria de Melo Chaves, filha de Manuel Joaquim de Melo e neta de José Joaquim de Melo, acompanhou de perto aqueles que deram nome ao seu livro: “Bandeirantes da fé”, e com autoridade de quem vivenciou e presenciou os acontecimentos daquela época, de fato, ela fez parte desta linda história, e nos escreve com muito zelo e simplicidade sobre estes cristãos que segundo ela “enfrentaram toda sorte de penúria e dores para nos legar uma igreja evangélica promissora e ativa”. Continue lendo “Bandeirantes da fé”

O diário de Simonton

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SIMONTON, Ashbel Green. O Diário de Simonton: 1852 – 1866. Trad. Daisy Ribeiro de Moraes Barros. São Paulo: Cultura Cristã, 2002. Resenha feita no curso de Teologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

No século 19, era muito comum, no hemisfério norte, escrever-se em diários, e esses diários são extremamente importantes na reconstrução histórica. É o caso do Diário de Simonton, publicado pela Editora Cultura Cristã no ano de 2002, que cobre um período de 14 anos da vida de seu autor (1852-1866). Aos 19 anos de idade, Simonton começou a escrever em seu diário, e fez anotações nele pela última vez quase um ano antes de sua morte. Continue lendo “O diário de Simonton”